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quinta-feira, 11 de janeiro, 2007
Cego de raiva
Publicado por jorge b pelas 11:16 AM
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quarta-feira, 10 de janeiro, 2007
O estado puro do prazer
Publicado por jorge b pelas 05:32 PM
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sexta-feira, 5 de janeiro, 2007
Beber com moderação
(da série, grandes taradões sem história) Publicado por jorge b pelas 03:01 PM
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terça-feira, 2 de janeiro, 2007
O Leonidas é que sabia
(da série, Grandes Taradões da História) Publicado por jorge b pelas 12:08 PM
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quarta-feira, 27 de dezembro, 2006
8 boas razões para implodir o Cristo Rei de Almada
A implosão é o método mais seguro embora, como método destrutivo, não dê o gozo que daria a demolição ou a explosão. Esta ultima hipótese, embora mais espalhafatosa e espectacular, poderia trazer consequências catastróficas. Decerto que obrigaria à evacuação de Almada, Lisboa e aldeias limítrofes. Não seria agradável levar com um estilhaço, por exemplo o nariz do Cristo, na cabeça. A hipótese de demolição, pelo contrário, levantaria questões de logística relativa ao alojamento de hordas de demolidores armados de martelo e escopro vindos de todo o mundo que não iriam querer perder a oportunidade de fazer história e participarem na destruição do nefando mamarracho. O Cristo-Rei do Rio de Janeiro está na short-list para a eleição das 7 maravilhas do mundo. Na eventualidade de ser um dos eleitos, catástrofe ecológica que não será de descurar acontecer, qualquer turista passaria a identificar o até agora meio discreto Cristo Rei de Almada como uma mera cópia fraquinha do Cristo Rei Redentor. Já temos a ponte sobre o Tejo, mera cópia da Golden Gate. Já chega de cópias, obrigado. O Cristo brasileiro está erigido a centenas de metros acima do nível do mar. A maior parte do tempo está tapado pelas nuvens, felizmente. Ou seja, não é observável por qualquer incauto que ali passe nas redondezas, como acontece ao incontornável Cristo Rei de Almada. Por muito que nos esforcemos, que desviemos o olhar, a atenção, ali está sempre o mamarracho, pois ao invés do brasileiro, montado bem lá no cimo do longínquo Corcuvado, este está montado sobre um planalto, à beira de um precipício. É um objecto arquitectonicamente desproporcionado relativamente à volumetria envolvente ao local onde está implantado e que, portanto, do ponto de vista do ordenamento da orla costeira, deverá ser implodido. O Cristo Rei de Almada assenta sobre quatro pilares gigantescos que decerto poderiam ser reciclados e utilizados na construção da nova travessia sobre o Tejo. Poupavam-se milhões. Se por acaso fossemos invadidos por uma super-potencia ateia, à semelhança com o que aconteceu com a invasão dos cristãos americanos ao Iraque, decerto que a força invasora mal conquistasse a margem sul suburbana ataria uma corda ao pescoço do Cristo e a um taque, e faria o mesmo que fez à estátua do Saddam. Antes prevenir que depois ter que limpar entulho. Com um aeroporto a meia dúzia de quilómetros é completamente irresponsável ter uma espécie que policia sinaleiro com centenas de metros de altura a estorvar o trânsito aéreo. Oxalá nunca aconteça mas seria triste um dia ser notícia de primeira página: “Cristo Rei de Almada decepado pela asa de um Airbus” Numa época de crise energética em que a poupança de electricidade está na ordem do dia, é irreflectido gastarem-se milhares de kilowats para iluminar a aberração. Calcula-se que a energia mal gasta ali numa semana dava para pagar a assistência médica, os pensos e as pomadas para os calos, dos peregrinos devotos de Nossa Senhora de Fátima, durante uma década. O que significa afinal um boneco de braços abertos virado para Lisboa ? Está a abençoa-la, como defendem os beatos ? Não parece. O Cristo parece antes estar na eminência de se atirar dali abaixo. É sabido que os desportos radicais fazem bem à adrenalina; mas ter erigida à beira Tejo uma estátua daquela dimensões fazendo a apologia ao bungee-jumping é exagerado. Publicado por jorge b pelas 09:58 PM
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Vila BES
O Banco Espírito Santo tomou este ano a iniciativa de transformar a histórica vila de Óbidos na histérica Vila Natal. O evento decorre desde 1 de Dezembro até 6 de Janeiro pelo que julgo ser ainda oportuno este post, dirigido principalmente àqueles que terão, como eu tinha, uma pequena curiosidade em saber que palhaçada virá afinal a ser aquilo. Nota: foi corrigida a data de encerramento do evento para a data correcta, 6 de Janeiro. Publicado por jorge b pelas 09:53 PM
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